sábado, 26 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Eu vejo, e eu não estou só
Enxergo, contemplo
Almejo, e eu não estou só
Eu corro, e eu não estou só
Enxergo, contemplo
Almejo, e eu não estou só
Eu corro, e eu não estou só
Respiro, e eu não estou só
Eu canto e danço
A certeza que desata o nó
Sentindo que eu não estou só
Eu canto e danço
A certeza que desata o nó
Sentindo que eu não estou só
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
sábado, 12 de dezembro de 2015
A hora é agora!
As coisas estão mudando muito depressa. Não tema. Tudo será para melhor! Saia das ilusões do mundo, escolha creditar na força do progresso, melhore seus conhecimentos, cultive a alegria e a paz e trabalhe para realizar todos os seus sonhos na certeza de que tudo em sua vida, sempre dará certo. Entregue nas mãos do Universo para materializar seu desejo e esqueça o pedido. Observe: Seu poder de escolha é absoluto: Tudo que você crê a vida faz! Fique na luz! Zibia Gasparetto.
As coisas estão mudando muito depressa. Não tema. Tudo será para melhor! Saia das ilusões do mundo, escolha creditar na força do progresso, melhore seus conhecimentos, cultive a alegria e a paz e trabalhe para realizar todos os seus sonhos na certeza de que tudo em sua vida, sempre dará certo. Entregue nas mãos do Universo para materializar seu desejo e esqueça o pedido. Observe: Seu poder de escolha é absoluto: Tudo que você crê a vida faz! Fique na luz! Zibia Gasparetto.
"Acordar, viver
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.
Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?
Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?
Ninguém responde, a vida é pétrea. "
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão.
Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje?
Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou?
Ninguém responde, a vida é pétrea. "
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
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