sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Tô nem aí se 'ocê tem caminhonete
Ou se a sua peguete corneou você
Num é motivo pra entornar cerveja
Ou moda sertaneja você escrever

Eu sou goiano, nem por isso eu tô na fossa
Canto rock com voz grossa, não preciso esgoelar
Não é porque eu nasci nesse fim de mundo
Que eu não vou ser vagabundo se eu não quero trabalhar

Só quero espaço pra tocar meu violão
Sem ter que formar dupla com o meu irmão

Sim, eu sou goiano, mas eu sou urbano
Não gosto de mato, eu me mato se alguém me chama
De caipira pira pora, nossa senhora
Não há nada mais que me irrite
Solta um som ligado bem plugado em 220

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